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Logo quando dei meus primeiros passos na indústria da moda fui instruído por profissionais que cuidavam da minha carreira de modelo e afirmavam que “modelo sempre deve estar sorrindo”. Independente da situação em que você se encontrasse deveria lembrar que era um cabide e que tal objeto não reclama. Fui orientado que no início da carreira não poderia dizer não para alguns profissionais, somente quando atingisse um certo nome na indústria. Então, se um profissional fosse grosseiro comigo eu não teria escolha e deveria engolir o sapo.

Durante muito tempo segui os conselhos que me passaram até perceber que mesmo me sacrificando daquela maneira as portas não estavam sendo abertas. A partir daí comecei a traçar minha própria carreira, me desligando de agências que só me tinham em seus castings apenas para fazer volume. Sim, eu sabia do risco que seria seguir por esse caminho, mas estava cansado de nunca me darem uma oportunidade, de sempre me dizerem o que eu tinha que fazer, de tentar me encaixar em um padrão, de precisar ter esse ou aquele comportamento diante de uma indústria que não te aceita como você é, que não respeita seus limites e quer que você seja no mínimo perfeito.

Em meus tempos livres comecei a ler sobre moda e sobre a carreira de modelo e assim fui aprendendo sobre como montar ensaios fotográficos de modelos, trabalho que hoje chamamos de ‘photo shoot’.  Para sempre manter meu portfolio atualizado comecei a montar meus próprios trabalhos, assim não fico para trás no mercado por não possuir uma agência. O passo seguinte foi procurar amigos que estivessem dispostos a me ajudar, pois alguns estavam entrando na carreira de fotógrafo e tinham não só disposição como também sede de fazer trabalhos de qualidade que lhes rendessem o almejado reconhecimento. Logo começamos a rodar Fortaleza atrás de lugares bacanas, uma aventura cheia de desafios para profissionais que queriam conquistar sua independência e fazer valer o seu trabalho.

Entre erros e acertos fui fazendo minha própria trajetória e tendo consciência do que queria e do que não queria. Nos erros acabava virando motivo de piada para alguns. Nos acertos passei a ser inspiração para outros. Comecei então a me dar conta de que não importava a situação em que me encontrava, jamais iria fazer certos tipos de trabalho para alavancar minha carreira como modelo ou trabalharia com profissionais que insistissem em me destratar. O mínimo que as agências ou outros profissionais poderiam ter por mim era respeito e é disso que não abro mão de jeito nenhum.

Pois bem. Seguir esse caminho não me impediu de engolir muitos sapos na indústria da moda, como citei em outros textos. O mercado local tem muita dificuldade em dar oportunidade para um modelo sem agência. Porém, foi isso que me fez ser dono da minha própria imagem, me ajudando a conhecer cada vez mais a mim mesmo, a me aceitar e me respeitar. Passei a me tratar como uma empresa e a traçar metas para serem alcançadas a longo prazo, não para satisfazer aos outros, mas para me sentir realizado diante de meus próprios objetivos.

Hoje percebo que o jogo virou. Para se tornar um modelo é necessário muito mais do que um rosto e altura com medidas. É preciso uma imagem pessoal bem trabalhada com muita personalidade, que desperte nas marcas o desejo de ter seu rosto vinculado às suas campanhas. Segundo Tyra, super modelo dos anos 90, hoje um modelo não tem que ser apenas um rosto bonito ou alguém famoso nas redes sociais. É preciso ser os dois, o que eles chamam de ‘Boss’, cuja tradução é “Modelo Chefe”, aquele que além de modelo tem seu próprio negócio e faz sua própria marca no mercado.

Porém, eu acredito que hoje, caros amigos, vocês devem ser fiéis à sua própria marca, àquilo que vocês são, aos seus conceitos e ideologias e não precisam ter que se submeter às pressões do mercado, como foi o caso da modelo Ruby Jean Wilson, que é vegana e enquanto estava na maquiagem para fazer um editorial descobriu que as peças eram todas feitas de pele de animal. Receosa e um pouco confrontada consigo mesma e com a carreira ela explicou para os profissionais que não posaria e largou o estúdio. Então pergunto: de quem foi a falta de profissionalismo? Com essa atitude ela pode ter se prejudicado no mercado, mas não se rendeu aos “encantos” desse trabalho. Ela foi fiel a si mesma e à sua própria marca e isso, meus amigos, é o melhor que podemos oferecer nesse universo.

Hoje percebo que fiz bem largando aquilo e aqueles que insistiam em me moldar para ser um manequim sem cérebro. Hoje tenho a liberdade de possuir vontade própria e vocês nem imaginam o quanto isso é realmente libertador. Não me sinto menos profissional do que ninguém, nem me martirizo por seguir meu próprio caminho. Claro que seria muito bem-vinda a assistência de uma agência, mas acredito que a vida tem seus motivos e que nada é por acaso.  Hoje me sinto feliz com tudo o que construí ao longo desses anos. Posso não ter feito internacionais ou desfilado nos Fashion Weeks, mas isso não me faz menos modelo, pelo contrário: me dá muito orgulho poder ter o privilégio de construir minha própria imagem. Devido às escolhas que fiz outras portas se abriram e hoje só trabalho para marcas com as quais possuo alguma identificação. É muito bom ter poder de decisão sobre a sua carreira e poder dizer ‘sim, é esta a marca para a qual desejo trabalhar’. Alguns me chamarão de louco, outros de mau profissional. Porém, nada que os outros digam pode realmente te diminuir, pois só quem sabe o que é melhor para você é você mesmo.

 

Abraços!

Por Daniel Saraiva em 1 de fevereiro de 2017

Às vezes ser você mesmo pode ser considerado um crime. Não, não é exagero, é isso mesmo. Sermos nós mesmos muitas vezes tem um preço muito alto, cobrado principalmente pela sociedade. Se você usa uma roupa, um corte de cabelo ou faz qualquer outra coisa considerada diferente, começa de repente uma avalanche de críticas que, acreditem, pode não ter limites.

Tomei como exemplo disso uma amiga que resolveu usar o que queria: colocou um biquíni cavado, foi aonde quis – praia, piscina e simplesmente se permitiu fotografar e postar nas redes sociais. O que ela fez de errado? Nada! O corpo é dela, ela é adulta, dona do próprio nariz e tem poder de decisão sobre si mesma. Mas a sociedade não aceita. Amigos(?) criticaram e começaram a espalhar suas fotos em grupos do whatsapp, fazendo piadinhas de mal gosto e tentando denegrir a sua imagem.

Então funciona mais ou menos assim: você tem que usar o que eles querem, o que determinam ser bom pra você e não aquilo que você escolhe. E eu gostaria muito de saber explicar o motivo disso, mas não consigo encontrar nenhuma explicação razoável. Não há lógica em se incomodar com o que o outro usa, com o que faz, com o jeito de ser, de vestir, de falar, de viver. Desde que a vida da outra pessoa não afete a sua (e não, não afeta), o nosso maior incômodo parece ser uma dificuldade imensa de conviver com as diferenças, de não aceitar as opiniões e muito menos as pessoas como elas são.

Não estamos preparados para um mundo mais evoluído porque nós mesmos não evoluímos. Se uma mulher coloca um shortinho e principalmente se ela é gorda, mais cedo ou mais tarde virá um comentário mais grotesco e uma demonstração explícita de preconceito, seja no mundo virtual ou no real, porém, no virtual as piadinhas tendem a se espalhar numa velocidade incrível.

Ninguém para pra saber como o outro se sente, ninguém quer aceitar que as pessoas já nasceram livres, que as amarras sociais são idiotices completas e sem sentido algum. Estamos presos a costumes e conceitos de nossos antepassados que acreditavam que o machismo era o melhor conceito de vida e não aceitavam ser contrariados. E você pode até dizer que não concorda com isso, mas faça aí uma reflexão e acabará se deparando com uma crítica ou piada que fez e que, por mais idiota que possa ter parecido, certamente acabou ou acabaria ferindo alguém gratuitamente.

É, não é fácil. Não é fácil pra mulher, que quer usar uma saia curta ou um decote sem ser criticada ou virar alvo fácil dos “homens machos alfa”, assim como não é fácil pro homem que quer o direito de ter vaidade, de vestir algo além dos bermudões de surf e das camisas gola polo. Mas não é porque não seja fácil que não deve ser feito. O seu jeito de ser não é crime. Crime é difamar, criticar, apontar e ridicularizar alguém. As críticas existem porque pessoas preconceituosas ainda povoam este mundo e são altamente contagiosas. Porém, elas não são capazes de tirar o nosso direito de ser quem somos e de vestir o que queremos. Elas não podem arrancar a nossa essência. Porque nenhum julgamento será capaz de nos intimidar. Nenhuma avaliação negativa nos ditará regras que não são nossas. E nenhuma piada terá mais força do que o nosso poder de fazer aquilo que já nascemos sabendo: sermos nós mesmos.

Há muita gente que critica a fotografia, não essas de momentos, cotidianas, mas essas que fazem as pessoas ficarem presas ao clique perfeito e optarem por algo ilusório, que engana tanto a quem está curtindo quanto a elas mesmas, pois ironicamente acabam acreditando naquilo que reproduzem. A fotografia pode ser o que você decidir: verdade, mentira, ilusão ou intenção. Mas a questão é: você é verdadeiro com o que fotografa ou cria uma realidade alternativa? Vale a pena maquiar o real para envaidecer o virtual? Com a revolução das redes sociais, criar um mundo de ilusões acaba sendo quase uma obrigação. Mas, e você, o que faz com a sua imagem?

Cresci numa família em que todos gostavam de registrar momentos, adorava as tardes de domingo onde minha mãe me arrumava para tirar fotos no quintal da nossa antiga casa. Nesses dias já cheguei até a fazer fotos para o ateliê de noiva da vovó (seriam esses meus primeiros passos como modelo? Hahaha!). Na pré-adolescência vivia uma eterna frustração por não ter mais câmera para registrar, meus pais sempre tinham outras prioridades que impossibilitavam a compra de uma melhor. Por isso, tenho poucas fotos dessa época e fica até difícil de lembrar um momento. Ao adquirir minha primeira câmera e celular que continha uma, passava o dia me registrando. Gostava de poder gravar várias faces de mim mesmo em uma imagem. A partir daí passei a registrar tudo e até hoje tenho guardado em várias pastas no computador fotos de amizades que não estão mais comigo, turmas de escolas que só restaram memórias, viagens, eventos, cada uma com sua lembrança e significado único que nos faz ver a importância da fotografia em nossas vidas.

A arte de registrar um momento através de um clique se tornou um hábito da nova geração com as redes sociais e blogs, tanto que hoje podemos dizer que ninguém vive sem uma câmera, é a famosa geração da selfie. Há também aqueles que realmente pesam a mão e deixam de viver o lado simples da vida se prendendo a uma falsa imagem registrada apenas para redes sociais. Mas claro, se não há um equilíbrio começa o exagero e, em consequência, surgem os críticos. E em partes eu concordo com tudo isso, sabe? Houve momentos que realmente me prendi ao clique perfeito, ao resultado que ele gerava ao ser postado numa rede social. Foi nesse momento que percebi que precisava me desintoxicar de tudo e voltar às origens que me fizeram ser um blogueiro/modelo. Precisava procurar o por quê de ter escolhido registrar tudo o que faço para mostrar a vocês. Resultado? Um tempo fora de tudo, blog passando por um intervalo de quase dois meses que me fizeram rever e pensar nos momentos maravilhosos que este espaço me trouxe durante esses cinco anos. Então percebi que o segredo disso tudo era voltar àquela essência simples de quando criei, nada profissional demais, sem carão e pose em todas as fotos. Na verdade descobri que deveria desopilar, me desprender, ser menos exigente, afinal o objetivo do blog sempre foi ser apenas o espaço de um garoto mostrando o lado maravilhoso do seu cotidiano, o de registrar momentos e não likes.

Tudo o que é postado aqui é 95% do meu cotidiano real. Podem até haver algumas pequenas modificações apenas para deixar a fotografia melhor, mas nada que fuja da realidade.  Sou preso a uma câmera, sim, mas procuro um equilíbrio entre o real e o virtual, o momento de registrar e o de viver. Quero passar uma mensagem melhor em cada foto, quero transmitir o sentimento que sinto naquele momento, a obsessão pelo clique perfeito ficou no passado.

O tempo passa rápido demais, nos deixando apenas lembranças do que já foi. Ora, quem diria que o blog estaria hoje às vésperas dos seus 6 anos? São momentos assim que às vezes fogem da nossa percepção e só nos damos conta quando passou. Mas, ao olharmos para trás, conseguimos ver tudo o que foi construído. Hoje consigo enxergar todos os momentos vividos no instante em que tirava uma foto apenas para dar bom dia para vocês e é maravilhoso poder lembrar a história que há por trás disso tudo. Por isso, trouxe alguns momentos que tive durante uma sessão de fotos. Queria muito compartilhar isso com vocês.

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Festa surpresa organizada por amigos e familiares.

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Fui agenciado por uma agência importante de São Paulo

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Após essa foto, fomos abordados por ladrões. Mas não fomos assaltados.

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Quando resolvi mudar o visual. Fotografia espontânea enquanto tentava ajustar o boné.

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O dia que passei a ver que precisava de fotógrafos pro meu blog. O primeiro deles foi o João Paulo, que tirou essa foto.

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Assinei o contrato para ser modelo oficial de uma marca

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Editorial para a Revista Estourada, no dia estava mais nervoso que em outros trabalhos.

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Editorial para a Revista Ozten

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Primeira vez que fui fotografado pela Bia Lopes. A partir daí ela passou a me ajudar muito com o blog.

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Meu primeiro casting para Atto Favo.

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O melhor encontro de blogueiros que participei.

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Quando finalmente decidi reformar meu quarto.

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Fotografia espontânea tirada enquanto brincava com minha cachorra Melissa.

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Após essa foto, fomos convidados a se retirar do local, por ser proibido fotografar.

O inicio de coisas boas que 2017 está me trazendo.

O inicio de coisas boas que 2017 está me trazendo.

É por causa de momentos como esses que quero registrar em fotografia cada vez mais, não como narcisismo, mas porque quero lembrar da sensação, do cheiro e sentimento de todo aquele momento. No final, se você ainda se sente incomodado com influenciadores que são muito artificiais, convido vocês a fazerem uma limpeza em suas redes sociais. Encha seu feed de pessoas reais, que valorizam a essência, então você perceberá que é na simplicidade que o principal é dito ou vivido naquela imagem. Siga pessoas inspiradoras que fazem registros não para alimentar o ego, mas para mostrar que o mundo tem um lado mágico no nosso cotidiano e que muitas vezes não enxergamos, mas está ali naquele cenário abandonado, naquele look que te faz se sentir maravilhoso, naquele lugar que tinha uma comida espetacular. E é somente assim que você enxerga a maravilha que é a vida através de um clique.

Por Daniel Saraiva em 18 de janeiro de 2017

Quando se trata de moda as pessoas costumam confundir bastante seu significado. Claro que a palavra em si tem um sentido bem amplo, mas há muitas outras situações e acontecimentos – alguns bem específicos, inclusive, aos quais as pessoas costumam denominar de moda. Não que elas estejam 100% erradas, mas é que ampliar tanto o sentido de algo que deveria ser apenas uma ramificação acaba comprometendo o verdadeiro significado e deixando muita gente confusa.

Com a expansão da era digital e a chegada das redes sociais, o termo “modinha” vem caindo cada vez mais na boca do povo. E a própria modinha vem ganhando bastante espaço. Antes era preciso que um artista famoso usasse determinada peça ou tivesse determinada atitude – que poderia ser um gesto ou uma palavra – e de repente um número incontável de pessoas estava reproduzindo aquilo por todos os lugares. Isso quando não era um personagem icônico de determinada novela que caía nas graças do povo e também “lançava moda”. Era o brinco da fulana, a saia da cicrana, o boné do fulaninho. Seja lá o que fosse, aquilo começava a ganhar proporção de tal maneira que de repente as ruas eram tomadas por pessoas usando tal coisa. E é basicamente isso que é modinha. Aquela coisa rápida, instantânea, efervescente, que faz com que todo mundo use a mesma coisa ou reproduza o mesmo comportamento. Ela cresce como uma epidemia, mas desaparece na mesma proporção de velocidade.

Pois bem, as redes sociais viraram um canal de propagação da modinha. Só que, diferente dos velhos tempos, hoje não precisa mais ser um artista famoso ou um personagem de novela pra fazer a coisa acontecer. Os memes da internet que o digam. A web propaga as coisas em uma velocidade tão incrível que você pode hoje ir dormir anônimo e amanhã acordar famoso. Imagina só um gesto, uma frase, uma fala, uma piada ou mesmo um acessório, né? E quando isso acontece a gente costuma, na maioria das vezes em uma conversa despretensiosa, dizer que tal coisa “virou moda”. Ué, virou?

Bom, eu não posso discordar de todo, porque a modinha também poderia ser incluída no conceito de moda, já que acaba se caracterizando também como um tipo de comportamento, com a venda de determinado conceito, etc Porém, a moda em si é muito mais ampla. Moda tem a ver com a sua personalidade, com a sua essência, ela é aquilo que te traduz. Você faz a sua moda, usa as roupas que acredita que te definem, corta o cabelo, ou pinta, ou deixa crescer ou faz, sei lá, inúmeras coisas que acha que tem a ver com a pessoa que você é, mas sem precisar imitar ninguém. É esse o meu conceito de moda e pelo que tenho visto e lido de uns tempos pra cá, me parece que não sou só eu que penso assim.

Então me incomoda um pouco essa confusão entre moda e modinha, confesso. Modinha me parece algo mais superficial, automático, que você faz sem questionar, sem saber por quê, só porque todo mundo tá fazendo. Um exemplo disso é um recente comportamento reproduzido em determinada rede social, onde uma pessoa que acaba de adicionar outra (ou aceitar qualquer solicitação de amizade) tem o perfil invadido por comentários de amigos, comentários esses que insinuam um possível envolvimento da pessoa com o novo amigo, ou dá a entender que a pessoa é a chamada “pegadora”. Isso pra mim não é e nunca será moda. E sabe por que não? Porque faz com que pessoas que defendem determinados conceitos, pessoas esclarecidas, inclusive, abram mão daquilo que acreditam, mesmo que de maneira temporária, apenas para fazer parte daquele grupo que reproduz a modinha, como o caso de uma amiga que é feminista, mas deixou de lado sua bandeira para fazer um comentário machista (e não, não era ironia), apenas para não perder a oportunidade de aderir à tal brincadeira.

Entendem a diferença? A moda não te prende, não te limita, não te obriga a fazer algo que não condiz com o que você é. A moda não te pede para reproduzir algo, ela te faz criador. A moda te liberta para ser você mesmo, para fazer aquilo que você tem vontade e para mostrar ao mundo que você tem personalidade, mesmo quando você coloca a roupa mais básica do seu guarda-roupa, mas não se troca, não se vende e não abre mão de si mesmo por pura… Modinha.

Abraços!