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Por Daniel Saraiva em 17 de setembro de 2014


 É difícil  nos imaginarmos dessa maneira, costumamos acreditar que pessoas que praticam bullying são aquelas que te xingam na escola ou na rua. Mas quando você faz isso online talvez nem perceba sua atitude, achando que aquilo não passa de uma brincadeira para fazer seus amigos rirem ou mesmo como uma crítica construtiva, porém você não vê a outra pessoa e acha que pode dizer o que quiser com ela que a mesma não vai se importar, acha que aquilo não é real até que você venha se tornar a vítima.
O bullying virtual está mais próximo de nós do que imaginamos e está mais presente em nosso cotidiano do que o simples café com leite das manhãs. Algumas pessoas dão outro nome a esse tipo de atitude ou até mesmo não se importam com as consequências, mas de acordo com pesquisa realizada em 2006 pela organização estrangeira Fight Crime: Invest in Kids, a cada três adolescentes, um sofre bullying virtual. Os dados não estão atualizados, mas acredito que esse número tenha crescido bastante nos últimos anos pela quantidade de casos que tomamos conhecimento em nosso cotidiano.
Sempre que assistia filmes de escolas americanas ficava furioso com as atitudes que os fortes tinham sobre os mais fracos, imaginava que esse tipo de ser humano não existia, um jovem que pegava marcação em outro fazendo este passar por grandes humilhações só pelo fato de considerá-lo “mais inteligente” ou “diferente”. Até que um dia descobri que esses filmes retratam de forma clara que isso é mais comum do que imaginamos naquele país de primeiro mundo. Até então agradecia aos céus por morar em um país de terceiro mundo, mas onde não existia esse tipo de situação. Ao menos era o que achava, até passar por ela.
Seja agressão verbal, corporal, sexual ou virtual, todas elas estão no mesmo parâmetro, mas apenas algumas são enxergadas com maus olhos. Não enxergamos a agressão virtual como algo errado porque no final de tudo acabamos dando boas gargalhadas da situação em que a pessoa se encontra, mas o que não vemos é a reação da vítima e no quanto estamos sendo crueis com tal atitude. Não entendo como pode haver esse tipo de atitude num país onde existe uma variedade de cor, raça, religião e principalmente beleza, não somos um país onde necessariamente todos os cidadãos seguem um padrão de beleza.
Mas o que não sabemos é que para rebater esse tipo de situação, a vítima deve denunciar o perfil do agressor e não se intimidar. Parece bobo, mas é por falta de atitude que o número de agressores cresce cada vez mais. Se queremos um mundo diferente, a diferença deve começar nos pequenos para conseguirmos atingir os grandes.
 
Abraços!
Por Daniel Saraiva em 11 de abril de 2014
Campanhas na internet e protestos nas ruas nem sempre fazem um mundo melhor se a mudança não começar dentro de você mesmo. Sempre assimilamos a ideia de fazer a diferença em algo grande que irá mudar o estilo de vida de muitas pessoas e a sua também e que irá requerer muito do seu tempo. Nem sempre mudanças pode ser comparada com grandes coisas, para fazer do mundo um lugar melhor basta notar as situações ao seu redor e enxergar a necessidade e tentar melhora-la.
O mundo anda cada vez mais violento e difícil de se viver com segurança, sempre andamos nas ruas com aquele medo de não poder voltar, e sempre evitamos nos aproximar de pessoas por medo de não conhece-las e saber do que são capazes, mas nunca podemos julgar pelo o que vemos e por mais que nosso exterior tenha um certo receio de algumas pessoas, as vezes algumas palavras fazem sim grandes diferenças.
Vi essa matéria no site hypeness e decidi compartilhar com vocês  essa lista de pessoas que não precisaram de muito dinheiro e muito tempo para fazer o bem, são pequenas coisas que lidamos no nosso cotidiano mas que estamos tão preocupado com nossos problemas que esquecemos de olhar as necessidades do próximo.
 
 
Em Porto Alegre(RS) uma produtora cultural e artesã Nonô Joris de 43 anos tem dedicado um pouco do seu tempo para deixar as pessoas mais felizes. Através de embalagens usadas de sucos, refrigerantes e entre outros ela planta mudas de manjericão onde deixa na mureta de sua casa para que as pessoas possam leva-las para sua casa e perfumar mais o seu ambiente. Junto com as mudas tem uma plaquinha escrita: “Pode levar mudas alegres de manjericão para deixar sua vida cheirosa”.
Depois da imagem ter sido publicada nas redes sociais logo virou assunto dos internautas e muitos perguntavam seu endereço para poder conhecer esse lugar tão charmoso, porém Nonô não divulga, ela diz que o objetivo não é transformar sua casa em floricultura e sim poder mostrar que com pequenas coisas podemos mudar o mundo
Quando foi entrevistada por um site Nonô disse que muitas pessoas falam:” O mundo precisa de mais pessoas assim”. A resposta dela é clara: “Ora, seja uma delas!”. E como se isso não fosse lindo o bastante para nos inspirar a praticar gentileza vocês iram conferir uma lista de pessoas que resolveram fazer o diferente.

 

Ato Aleatório de Gentileza
 
 
Olá,
Eu estava saindo do estacionamento hoje e notei que seu porta-malas estava aberto e pude ver as coisas lá dentro. Percebendo que não havia ninguém no carro, fechei ele para que ninguém levasse nada, mas talvez você queira verificar se está faltando algo. Eu acho que ele pode ter sido arrombado. Desculpe não poder ser mais útil.
Tudo de melhor,
Desconhecido.
 
Nota escrita pelo morador:
Olá! Eu tive que ir trabalhar. Você poderia ter me dito mais cedo que você não queria que eu fosse. Para poupar o seu tempo e dinheiro, peguei um táxi. Por favor, olhe em volta, no futuro, quando você estacionar. Desconhecido.
Nota escrita pelo dono do carro estacionado em frente à garagem:
Sinto muito! Eu nem percebi que estava bloqueando seu caminho. Aqui estão $15. Espero que cubra o seu táxi. Sinto muito mesmo, desconhecido.
 


Sua carga de roupas não estava totalmente seca então coloquei para secar novamente! Odeio quando isso acontece! Tenha uma ótima noite!
 
Ato aleatório de Gentileza. Aproveite uma bebida e um doce por minha conta.
 
Caro fiscal,
Nós perdemos nossa chave. Estamos tentando encontrá-la! Caso contrário, teremos que ir buscar outra fora da cidade. Por favor, tenha piedade de nós.
Motorista, eu sinceramente espero que você encontre a sua chave. Considerando isto, hoje foi aberta uma exceção.
 
Uma boa ação foi feita para mim e meu filho. Nós gostaríamos de pagar a sua comanda e esperamos que você continue a corrente! Deus te abençoe!
 
Nem tudo está perdido! Achei isso no meio-fio da rua [—–] a caminho de casa, você deve ter deixado cair ao entrar em um carro. Desculpe ter que checar seus objetos pessoais, mas era a única maneira que eu tinha de descobrir quem você era. Eu não consegui te encontrar no Facebook e então quis deixar seus objetos com a polícia, mas eles disseram que seus objetos “seriam colocados com todos os outros itens achados e perdidos”, o que seria um “limbo” praticamente, já que você não é da cidade. Eles me aconselharam a enviar seus itens de volta pelo correio, então aqui está!
Por sinal, obtenha um cartão visa sem o recurso “PayWave”. Sua identidade pode ser roubada por ladrões com dispositivos eletrônicos que conseguem ler e tomar todas as informações dos seus cartões simplesmente se aproximando o suficiente de você. Eu espero que você goste de “The Book of Mormon”, já que você ainda conseguiria ir ao musical. (ouvi dizer que é muito bom!) Você pode me encontrar no Facebook sob o nome de [—–], se você quiser me procurar. Deus te abençoe, e passe estes favores adiante.
P.S.: Tenha mais cuidado enquanto estiver em Chicago.
Assinado: [—–]
 
Se você quer que os outros sejam felizes, pratique a compaixão. Mas se você quer ser feliz, pratique a compaixão. Para quem vir esta nota, por favor, desfrute de uma bebida por minha conta.
Atenciosamente,
Ato Aleatório de Gentileza
 
Amigo, tem um prego no seu pneu dianteiro – lado do passageiro. Estou apenas tentando te poupar o problema de um pneu murcho quando você menos esperar.
 
Essa estudante canadense que ensina inglês a moradores de rua no Rio de Janeiro:
Ela se chama Melina Cardinal, tem 19 anos, está no Brasil há alguns meses fazendo vários trabalhos voluntários, ela conseguiu também comida aos que ficam para assistir à aula, que acontece numa calçada no Bairro da Lapa, ela afirma não ter medo nenhum deles, e que, pelo contrário, eles até a defendem quando algum homem fala alguma coisa de mau gosto pra ela.
E quando perguntam se ela acha que eles aprendem inglês, ela diz:
— Quero é reforçar a autoestima deles. Quero mostrar para eles que é possível aprender coisas novas, que eles dormem no chão, mas não são um lixo, como muitos pensam de si mesmos.
 

 

E então, o que você está esperando para ser uma dessas pessoas?
Abraços!
 
 
Abuso Sexual! Palavra comum de se ouvir nos dias de hoje, um crime onde não sabemos como um ser humano consegue ser capaz de tal ato com uma criança ou mesmo um  jovem. A vitima que carrega consigo esse peso não consegue apagar tão fácil da memória esta situação que acaba deixando fragmentos e traumas psicologicos, e como se não bastasse tudo isso ainda tem que passar pelas criticas da sociedaade que insinua que a vitima fez por onde ser atacada.
Agora imagine você uma vitima mostrar para a sociedade as frases ditas por esses abusadores, imaginaram? É talvez seja algo dificil de se imaginar e pra vitima deve ser como reviver esse pesadelo, porém a fotografa Grace Brown resolveu reunir mulheres corajosas e fazer uma serie de fotografia onde elas seguravam cartazes com as frases ditas por seus abusadores e chamou de ProjetoUnbreakable.
O sucesso foi tão grande que alguns homens decidiram fazer o mesmo e enviaram as fotos pro e-mail da fotografa. Penso eu que um homem deve ter bastante coragem para tal atitude pois a sociedade ainda é um pouco machista e acaba ditando a opção sexual de uma vitima, afinal qual o homem quer sair por ai e admitir que foi abusado mesmo que isso tenha ocorrido na infância e como se isso ferisse sua masculinidade. Confiram algumas frases de homens corajosos!

“Shhhh….. Eu estou apenas dando uma olhada em você”

“Eu queria que você fosse menina”

“Eu tinha 20 anos, eu não tinha chegado a uma conclusão de que era transgênero ainda… Ele tinha 26 anos, era meu amigo, eu confiei nele.
Ele me convidou para uma festa, ele colocou algo em minha bebida. Enquanto ele me agrediu, seus amigos gravaram aquilo. Quando eu o confrontei depois de alguns dias, ele disse: Apenas porque você não lembra disso, não significa que você não tenha gostado”. Mike, 42 anos, transexual masculino.

“Você é um homem, você não pode dizer não para uma garota como eu.” Fevereiro de 2013

“Como pode uma garota estuprar um garoto? – Quase todo mundo que eu tentei contar nos primeiros 4 anos  depois que aconteceu.”

“Eu quero te mostrar o quanto eu me importo com você.”
“Está tudo bem, todos os irmãos fazem isso. Chama-se PRATICAR.”

“Você é meu garoto especial”
“Prometa não contar a ninguém – ninguém”
“Se ele se sente bem; porque é tão ruim.”
“Eu pensei que você não fosse lembrar de nada daquilo”

“Ele era um policial. Ele fez o que ele queria. Ele ria enquanto eu chorava.”

“Traga seu irmão aqui!”
“Você é uma menina tão bonita”
“Para de reclamar –  e se você disser alguma coisa, eu vou matar sua mãe.”
“Se você disser para sua família, nós vamos te bater!” Meus “dois melhores amigos”, quando eu tinha 8 anos

“Seja homem, e apenas faça isso!”


“Eu vou matar seus irmãos” – Meu padrasto, no meu aniversário de 13 anos. Mal eu sabia que elas tinham ouvido praticamente a mesma coisa dele.

“Não se preocupe. Meninos devem gostar disso.”

“Seja uma boa menina.  Não fale nada, ok?” Silêncio.


“Se você disser alguma coisa você vai ser expulso da escola”.
 Assistente do professor de Taekwondo, quando eu tinha 11 anos.
 Eu não disse nada até eu chegar aos 31 anos. Vergonha e culpa.
“Você é um trans? Oh, não. Não faça isso com você mesmo. Não faça isso com seu corpo. Ninguém quer um travesti”. – Minha namorada, antes dela me estuprar (a primeira vez)
“Viu? Você é lindo do jeito que você é.” – Minha namorada, antes dela me estuprar (a primeira vez).
“É só ser desembaraçado e sem-vergonha.”

“Ninguém precisa saber.”
As 5 da manhã em um banheiro do dormitório na minha sexta noite na faculdade.
 Bem, adivinhem? Agora a universidade também sabe.
“Se você disser para alguém, eu mato você.

“Você não sabe o que você faz comigo.”
“Homens não podem ser estuprados” – era o que ouvia quando eu contava a alguém.

O projeto continua, quem quiser mandar alguma imagem, o e-mail é projectunbreakablesubmissions@gmail.com

Abraços!

Por Daniel Saraiva em 16 de outubro de 2013
Ajudou a carregar sacolas.

Com a evolução da sociedade e o avanço da tecnologia percebemos que tudo anda muito corrido, onde 24hrs para algumas pessoa não parece o bastante. E em meio essa correria não paramos para pensar o quanto esse avanço está afastando cada vez mais o ser humano um do outro, quero dizer, as vezes estamos tão ocupado com trabalhos e vida online que muitas das vezes optamos por conversar com o vizinho que está há algumas quadras de você pelas redes do que ir ao seu encontro, mas quem pode julgar isso? afinal nos mesmo escolhemos um mundo com mais tecnologia e como consequência nos distanciamos cada vez mais um dos outros.
E nessa correria do dia-a-dia já parou para a pessoa quem estava ao seu lado no ônibus, sentada na rua sozinha, caminhando com um olhar triste, já perguntou para essas pessoas no que se passa na vida delas e o que você poderia fazer para ajuda-la?
Foi exatamente isso que Renata Quintella fez, juntamente com alguns amigos resolveram criar um projeto intitulado de A Jornada onde ela saiu pelas ruas conversando com as pessoas e perguntando o que poderia fazer por elas naquele momento. E por mais que você ache que o ser humano é reservado, Renata escutou histórias de amor, ajudou a carregar sacolas, empurrou um carrinho de sucata, e ate organizou uma festa de aniversário. No meio do caminho algumas pessoas ficaram tocadas com o gesto de Renata e também participaram.

Veja 

Algumas precisou de abraço.

Essa garota estava aniversariando e junto com algumas pessoas fizeram uma comemoração.

Ela precisou de alguém para ajudar a varrer sua loja

Ele precisou de ajuda para carregar seu carrinho.

Ele precisou vender sua primeira vassoura.

Como podemos ver o mundo não é tão ruim como falamos, o ser humano não é tão reservado como pensamos e principalmente as ações não são tão grandes que não possamos dedicar alguns minutos do nosso dia para ajudar. Não é necessário a criação de uma ONG ou até mesmo um grupo de minorias para fazer a diferença, isso deve partir do individual de cada um de nós para tornamos um mundo mais cheio de amor.
E você? O que você precisa?
Abraços!